sexta-feira, 30 de abril de 2010

Coisas Esquisitas e Engraçadas

Coisas esquisitas que não entendo, mas morro de rir!


Texto com letras trocadas - Texto Interessante

Texto com letras trocadas, texto interessante, você consegue ler?

Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia

corretamente o que está escrito.

Para quem não conseguiu ler…

De acordo com uma pesquisa de uma universidade inglesa, não importa em qual ordem as letras de uma palavra estão, a única coisa importante é que a primeira e última letras estejam no lugar certo. O resto pode ser uma bagunça total, que você ainda pode ler sem problema. Isto é porque nós não lemos cada letra isolada, mas a palavra como um todo. Show de bola.

Este pequeno texto serve apenas para mostrar como nossa cabeça consegue fazer coisas impressionantes! Repare nisso! No começo estava meio complicado, mas nesta linha sua mente vai decifrando o código quase automaticamente, sem precisar pensar muito, certo? Pode ficar bem orgulhoso disso! Sua capacidade merece, parabéns!


História da Chapeuzinho Vermelho contada de formas diferentes

Imagine se a história da Chapeuzinho Vermelho fosse verdadeira, como ela seria contada na imprensa do Brasil? Veja a história da Chapeuzinho Vermelho contada de formas diferentes!

Jornal Nacional (William Bonner): “Boa noite. Uma menina quase chegou a ser devorada por um lobo na noite de ontem…”
(Fátima Bernardes): “…mas a atuação de um lenhador evitou a tragédia.”

Programa da Hebe ‘…que gracinha, gente! Vocês não vão acreditar, mas essa menina linda aqui foi retirada viva da barriga de um lobo, não é mesmo?’

Cidade Alerta (Datena): ‘…onde é que a gente vai parar, cadê as autoridades? Cadê as autoridades? A menina ia pra casa da vovozinha a pé! Não tem transporte público! Não tem transporte público! E foi devorada viva… um lobo, um lobo safado. Põe na tela, primo! Porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo, não tenho medo de lobo, não!

Superpop (Luciana Gimenez): ‘Geeente! Eu tô aqui com a ex-mulher do lenhador e ela diz que ele é alcoólatra, agressivo e que não paga pensão aos filhos há mais de um ano. Abafa o caso!’

Globo Repórter (Chamada do programa): ‘Tara? Fetiche? Violência? O que leva alguém a comer, na mesma noite, uma idosa e uma adolescente? O Globo Repórter conversou com psicólogos, antropólogos e com amigos e parentes do Lobo, em busca da resposta. E uma revelação: casos semelhantes acontecem dentro dos próprios lares das vítimas, que silenciam por medo. Hoje, no Globo Repórter.’

Discovery Channel Vamos determinar se é possível uma pessoa ser engolida viva e sobreviver.

Revista Veja Lula sabia das intenções do Lobo.

Revista Cláudia Como chegar à casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho.

Revista Isto É Gravações revelam que lobo foi assessor de político influente.

Revista Caras (Ensaio fotográfico com a Chapeuzinho na semana seguinte): Na banheira de hidromassagem, Chapeuzinho fala a CARAS: ‘Até ser devorada, eu não dava valor pra muitas coisas na vida. Hoje, sou outra pessoa.’

Revista Superinteressante Lobo Mau: mito ou verdade?

Revista Tititi Lenhador e Chapeuzinho flagrados em clima romântico em jantar no Rio.

O Estado de São Paulo Lobo que devorou menina seria filiado ao PT.

O Globo Petrobrás apóia ONG do lenhador ligado ao PT, que matou um lobo para salvar menor de idade carente.

Extra Promoção do mês: junte 20 selos mais 19,90 e troque por uma capa vermelha igual a da Chapeuzinho!

Meia hora Lenhador passou o rodo e mandou lobo pedófilo pro saco!

O Povo Sangue e tragédia na casa da vovó.

Diferenças do pobre e do rico

>Rico com uniforme: Coronel
>Pobre com uniforme: Porteiro
>Rico com arma: Praticante de tiro
>Pobre com pistola: Marginal
>Rico de unhas pintadas: Playboy
>Pobre de unhas pintadas: Boiola
>Rico com maleta: Executivo
>Pobre com maleta: Office-Boy
>Rico com chofer: Milionario
>Pobre com chofer: Preso
>Rico com sandalias: Turista
>Pobre de sandalias: Favelado
>Rico que come muito: Bem alimentado
>Pobre que come muito: Esfomeado
>Rico na mesa de bilhar: Elegante
>Pobre na mesa de bilhar: Viciado em jogo
>Rico lendo jornal: Intelectual
>Pobre lendo jornal: Desempregado
>Rico se coando: Alergico
>Pobre se coando: Sarnento
>Rico correndo: Esportista
>Pobre correndo: Ladrao
>Rico vestido de branco: Doutor
>Pobre vestido de branco: Pai de Santo
>Rico pescando: Lazer
>Pobre pescando: Atoa
>Rico subindo o Morro: Rapel
>Pobre subindo o Morro: Voltando para casa
>Rico em restaurante: Cliente
>Pobre em restaurante: Garcom
>Rico bem vestido: Executivo
>Pobre bem vestido: Estelionatario
>Rico barrigudo: Bem sucedido
>Pobre barrigudo: Com vermes
>Rico coando a cabea: Pensando
>Pobre coando a cabea: Piolhento
>Rico com curativo: Band-aid.
>Pobre com curativo: Fita isolante.
>Rico parado na rua: Pedestre.
>Pobre parado na rua: Suspeito.
>Rico de terno: Empresario.
>Pobre de terno: Defunto.
>Rico dirigindo: Proprietario do carro.
>Pobre dirigindo: Chofer.
>Rico na loja: "Compro agora..."
>Pobre na loja: "Estou so dando uma olhadinha..."
>Rico chorando: Sensivel.
>Pobre chorando: Fraco.
>Rico traido: Adulterio.
>Pobre traido: Corno.
>Rico com dor de barriga: Infeccao Intestinal.
>Pobre com dor de barriga: Caganeira.

Hino nacional Patrocinado

Num Posto da Ipiranga, as margens placidas,
De um Volvo heroico Brahma retumbante
Skol da liberdade em Rider fulgido
Brilhou no Shell da Patria nesse instante
Se o Knorr dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braco Ford
Em teu Seiko, o liberdade
Desafio nosso peito Microsoft
O Parmalat, Mastercard, Sharp, Sharp
Amil um sonho intenso, um radio Philips
De amor e Lufthansa terra desce
Intel formoso ceu risonho Olympicus
A imagem do Bradesco resplandesce
Gillete pela propria natureza
Es belo Escort impavido colosso
E o teu futuro espelha essa Grendene
Cerpa gelada!
Entre outras mil e Suvinil, Compaq amada.
Do Philco deste Sollo es mae Doril
Coca Cola, Bombril!

O único jeito do Rubinho ganhar uma corrida



Pão na chapa

Gosto não se discute

Primeiro post com um bom humor :)

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Quando surgiu o hábito de comer pipoca no cinema?

1. A pipoca já era vendida em feiras e parques nos Estados Unidos no século 19. No fim desse período, surgiram os primeiros cinemas americanos, e, com eles, vieram os ambulantes e seus carrinhos com pipoca e guloseimas como o Cracker Jack, mistura de pipoca, amendoim e açúcar queimado. No começo, os donos dos cinemas torciam o nariz e achavam que a pipoca distraía os espectadores dos filmes

2. Por volta de 1920, os cinemas chamaram os ambulantes para vender pipoca dentro de seu espaço. Com o aperfeiçoamento de máquinas elétricas de fazer pipoca, como as do americano Charles T. Manley, os cinemas abririam suas próprias lanchonetes para vender o petisco. A venda de pipoca, barata, sobreviveu até à Grande Depressão, crise econômica que abalou os Estados Unidos nos anos 30

3. Nos cinemas multiplex, com várias salas em um mesmo lugar, o comércio de pipoca, refrigerante e companhia responde por boa parte da grana arrecadada. Hoje, nos Estados Unidos, as vendas de pipoca chegam a 45% dos lucros dos cinemas! Os americanos consomem, por ano, 15,12 bilhões de litros de pipoca, cerca de 51 litros por pessoa. No Brasil, são 80 mil toneladas anualmente.

Piratas do BitTorrent lançam filme em 3D


Avatar acaba de ser lançado em DVD e Blu-ray, mas apenas em versão 2D – a versão tridimensional, ao que tudo indica, só mesmo no ano que vem. A Fox está esperando as televisões 3D se popularizarem um pouco. Mas os piratas não: já circula nas redes de troca de arquivos um arquivo chamado “Avatar.3D.dvdscr”, que supostamente dá efeito tridimensional num monitor ou tv normal. Basta usar aqueles óculos 3D de papelão. Como é possível?

É só um truque. Os caras pegaram uma cópia de Avatar, em 2D mesmo, e simplesmente passaram um filtro no After Effects (o software de pós-produção mais comum no mundo PC). E o resultado? É 3D mesmo, mas é muito tosco. Não há relevo nem diferença de profundidade entre as coisas - tudo continua chapado, só que flutuando 10 cm para dentro da tela. Se você tem aí um par de óculos 3D de papelão, coloque-os e olhe a foto acima para ter uma ideia do efeito.

PS: Enquanto isso, o Avatar original dá problemas com vários tocadores de Blu-ray. Tudo por causa de um novo sistema anticópias. Que, claro, os piratas já quebraram…

Não pedir desculpas a uma mulher pode levá-la a um infarto


Uma pesquisa da Escola Médica da Universidade de Massachusetts apontou que ouvir um pedido de desculpas faz bem para a saúde feminina. Quando um homem trata a mulher de forma rude, a expectativa por um pedido de perdão aumenta a pressão arterial feminina – aumentando o risco de um ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral. Detalhe: se a mulher ouve um “desculpe-me” no tempo certo (e rápido, claro!), sua pressão arterial pode voltar ao normal de 20 por cento mais rápido.

Por outro lado, a pulsação dos homens leva mais tempo para se recuperar após um pedido de desculpas – o que sugere que os homens ficam irritados quando há admissão de culpa.

O estudo mediu a pressão arterial de 29 homens e 59 mulheres durante um experimento. Eles foram convidados, individualmente, a realizarem um teste de matemática. Informados de que tinham cinco minutos para concluir a tarefa, foram interrompidos três vezes, cobrando agilidade na conclusão. Ao final, os pesquisadores disseram a todos a frase: “Você obviamente não é bom o suficiente”. Dois minutos depois, os pesquisadores se desculparam com metade dos homens e mulheres. As mulheres que receberam um pedido de desculpas se acalmaram mais rápido, enquanto os homens demoraram um tempo maior para relaxarem.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Pessoas comem mais quando o garçom é gordinho


Quem está desesperado para emagrecer, fique atento pois a resposta é simples. Esqueça as dietas e o exercícios físicos: apenas evite restaurantes onde a equipe que trabalha está acima do peso.

Um estudo descobriu que pessoas que estão querendo perder peso são mais propensas a comer em excesso se o garçom for gordinho. Porém, se os garçons forem magros, quem está fazendo regime segue a risca sua restrição alimentar – indicando que o tipo de corpo das pessoas ao nosso redor pode ser suficiente para alterar as nossas escolhas de consumo.

As conclusões são de pesquisadores das universidades americanas British Columbia, Arizona e da Business School da Universidade de Duke, que avaliaram como as escolhas alimentar dos clientes são influenciadas pelo peso de quem serve a comida.

A equipe usou estudantes voluntários e uma garçonete, que vestiu um maiô que engordava. Eles descobriram que os estudantes que queriam emagrecer pediam mais comida quando a garçonete estava usando o maiô do que quando ela estava vestida normalmente.

Maior inseto do mundo e lesma que dispara “dardos do amor” são descobertos


Na floresta de Bornéu, uma ilha na Ásia, há bichos curiosos. Foram descobertas ali 123 novas espécies só nos últimos três anos, incluindo o maior inseto do mundo: um bicho-pau com quase 60 cm de comprimento. Apesar do tamanhão, o Phobaeticus chani geralmente passa despercebido por aí, graças à sua capacidade imensa de se camuflar e permanecer totalmente imóvel quando ameaçado, o que lhe faz realmente parecer um graveto. O bicho encontrado foi doado ao Museu de História Natural, em Londres.

A floresta, conhecida como “Coração de Bornéu”, é uma área de conservação de 220 mil quilômetros quadrados (quase o tamanho do Reino Unido!) criada em 2007 pelos governos da Indonésia, Malásia e o sultanato de Brunei. Todos eles se comprometeram a preservar essa área, onde vivem várias espécies de animais que não são encontrados em nenhuma outra parte do mundo.

Dentre as novas espécies descobertas estão ainda um sapo voador que pode planar por mais de 13 metros graças a estruturas sob seus braços e pernas e uma lesma que dispara “dardos do amor” para injetar hormônios em seu companheiro que aumentam sua capacidade de reprodução.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

O que é esse tal de arroz parboilizado?

Conheça o "ex-pré-cozido", um mistério das gôndolas.

O estranhamento começa no nome: parboilizado. O adjetivo vem do inglês parboiled, que junta partial e boiled para expressar a ideia de parcialmente fervido.

Na verdade, até tentaram emplacar no Brasil o nome mais saboroso de "pré-cozido", vetado pelo Ministério da Agricultura. Acontece que cozinhar é uma coisa, parboilizar é outra. Mais especificamente, é imergir o arroz em água aquecida a uns 50°C. Esse processo faz com ele mantenha os nutrientes do arroz integral (vitamina B, magnésio, fósforo e potássio) e, de brinde, ainda cozinhe um pouco mais rápido que o tradicional arroz branco.

Um arroz que é mais fácil de preparar, mais nutritivo e tem quase o mesmo gosto do branco. E mais caro, claro, uns 20% no saco de 5 quilos. Mas há quem defenda uma economia final, como a pesquisadora de marketing nutricional da USP, Bianca Bitencourt. "O pré-cozimento diminui o índice de grãos quebrados, compensando, de certa forma, o maior custo industrial."

Ferramenta identifica doenças pela voz

E se fosse possível ao médico detectar doenças só por ouvir você dizer “aaaaa”? É o que esperam os pesquisadores da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo, que desenvolveram uma ferramenta que deve ser capaz identificar doenças pela voz no futuro.

Os pesquisadores criaram um sistema de processamento digital de sinais capaz de identificar doenças relacionadas à produção da fala, como nódulos, pólipos e o edema de Reinke, uma espécie de inflamação das pregas vocais que provoca o seu inchaço.

Essas doenças são relativamente comuns, em especial para quem usa a voz como instrumento de trabalho. “Para produzir um som, as pregas vocais de um homem colidem em media 150 vezes por segundo, ou aproximadamente meio milhão de vezes em uma hora de atividade vocal. Nenhuma outra parte do corpo sofre diariamente esse tipo de forças de colisão, tensão e pressão do ar”, diz Paulo Rogério Scalassara, do Departamento de Engenharia Elétrica.

A identificação das doenças funciona porque a voz contém todas as características do sistema que a produz, indicando alterações, por exemplo, das funções do trato vocal, laringe e trato nasal.

Para a pesquisa, Scalassara usou um banco de vozes digitalizadas e submeteu os arquivos a análises com softwares criados pelo seu laboratório. Um dos aspectos testados é o da entropia, que tem a ver com o grau de regularidade da voz. Os softwares selecionam trechos e fazem previsões de como ele se comportará em seguida, para depois ver se a previsão foi correta. Vozes de pessoas saudáveis são mais “previsíveis”, tendo menor entropia. Doenças que comprometem o aparelho fonador geram vozes mais irregulares e, portanto, com maior entropia.

Umas das vantagens dessa pesquisa é o fato de ela fornecer uma ferramenta auxiliar para uma triagem rápida e econômica, substituindo exames invasivos, como a laringoscopia (em que um aparelho é introduzido pela boca, goela abaixo), para detectar problemas.

Coca-Cola embalada em papel?

Esqueça as consagradas curvas da garrafa de Coca-Cola. Pelo menos para o estudante chinês Andrew Seunghyun Kim, a nova geração de embalagens de refrigerantes deveria ser uma caixinha estilo Longa Vida, mas 100% feita a partir da cana de açúcar – ou seja, orgânica. Kim batizou o projeto desenvolvido para o segundo semestre da faculdade de Design de Eco Coke.

Se sua ideia fosse acatada, o número de 200 milhões de garrafas plásticas descartadas a cada 5 minutos nos Estados Unidos se reduziria consideravelmente. A pegada de carbono do transporte das bebidas também seria menor. Por se acomodarem melhor uma do lado da outra, é possível levar 27% mais caixinhas do que garrafas em um mesmo container.

Atualmente, 3 milhões de garrafas de Coca são vendidas por dia e enviadas em navios para o mundo todo. Com o novo design, é como se 857.142 garrafas a mais pudessem ser enviadas por dia – ou 321.856.830 por ano – sem nenhuma emissão extra de carbono.

Não dá para dizer que o projeto é exatamente sustentável, mas que o impacto dos fabricantes e consumidores de refrigerantes seria menor, isso não dá para negar.

Como fazíamos sem Cafezinho

A humanidade nunca perdeu o sono com a falta de estimulantes.

Faz muito tempo que o homem usa substâncias estimulantes socialmente. Os primeiros registros da utilização de chá – a mais antiga delas – datam de 2737 a.C., na Ásia. Ele teria sido descoberto pelo imperador chinês Shen Nung, que, quando ia tomar água fervente (um costume à época), acabou bebendo o resultado da infusão de algumas folhas que caíram de uma árvore, a Camellia sinensis, dentro de sua xícara. Ele sentiu-se revigorado – e, claro, também deve ter achado o sabor bem melhor que o da água quente.

As folhas de coca também podem ser apontadas como um dos primeiros estimulantes. Foram encontrados vestígios delas em múmias egípcias datadas de 1070 a.C. – no entanto, não se sabe se elas eram usadas recreacionalmente ou com fins médicos, como um anestésico.

O café foi, porém, o primeiro produto anunciado e vendido como estimulante. Descoberto na Etiópia por volta de 800 a.C., já na época era considerado perigoso – deixava o povo acordado e disposto a discutir. A bebida chegou à Europa séculos depois, impulsionada pelo sucesso do chá. Nos anos 1300, o chá, já bem popular no Oriente, foi “descoberto” pelos portugueses e passou a ser comercializado pelos holandeses. Duzentos anos mais tarde, o café seguiu o mesmo rumo, saindo da Turquia, onde era bastante consumido.

Antes da fama, ele chegou a ser proibido na Turquia do século 14 e dava cana para quem fosse pego bebendo-o: seis meses de prisão. Na Itália, o povo chegou a pedir ao papa Clemente VIII, em 1615, que declarasse que o cafezinho era a “bebida do demônio”. Mas, em vez de excomungar a bebida, o papa acabou é virando seu fã – e chegou a abençoá-la.

O conceito de “café da manhã” é uma invenção do século 18. Os antigos europeus acordavam com o nascer do sol e não tinham uma bebida específica para espantar o sono. Antes de conhecerem o café, os mais ricos bebiam leite ordenhado na hora ou vinho quando acordavam. Os pobres encaravam água ou cerveja logo de manhã – até as crianças.

As dez fobias mais esquisitas do planeta

Gente com medo de chulé, de legumes, de umbigo, de beijo ou - acredite! - com pavor até de mulher bonita! Está na hora de conhecer as paúras mais estranhas que existem. E aí, vai ler ou tá com medo?

10. Bromidrofobia


Medo de quê - Odores do corpo

Nível de pavor - Medroso

Ok, ninguém em sã consciência gosta de ter cecê ou chulé, cuidando da higiene pessoal para não exalar esses odores pelo corpo. Só que é quase impossível não rolar um bodunzinho ou outro de vez em quando, né? Pois é esse o pavor de quem sofre de bromidrofobia. Os "zé-limpinhos" tomam vários banhos por dia e, de tanta esfregação, chegam a ficar com a pele machucada. O medo de cheirar mal pode ser tão grande que muitos evitam qualquer atividade que gere transpiração.

9. Caetofobia

Medo de quê - Pelos e cabelos

Nível de pavor - Maricas

O ator Tony Ramos e o guitarrista Slash são o maior pesadelo de quem tem caetofobia. É que eles morrem de medo de pessoas muito peludas ou com uma baita cabeleira. Em geral, os "caetofóbicos" cortam o cabelo bem curtinho ou até raspam a cabeça. Alguns chegam a contratar alguém só para lavar seu cabelo e não ter que tocar na "coisa peluda"! No outro extremo, estão as vítimas de falacrofobia, o temor de ficar careca - aliás, o que seria o paraíso para os "caetofóbicos"...

8. Deipnofobia

Medo de quê
- Jantar em família ou com amigos

Nível de pavor - Medroso

Para as pessoas com deipnofobia, basta sentar à mesa para uma singela refeição e está pronto o cenário do terror: elas aprontam o maior suador, sentem falta de ar e são tomadas por uma sensação de impotência. É que elas enxergam um jantarzinho como uma terrível ameaça, que trará à tona conflitos emocionais não resolvidos. A britânica Karen Tate, por exemplo, sempre tem um ataque de pânico quando vai a um restaurante com amigos, e não vê a hora de sair do lugar. Poderia aproveitar para não pagar a conta!

7. Eisoptrofobia

Medo de quê - Espelhos e de se olhar no espelho

Nível de pavor - Medroso

Em geral, a eisoptrofobia, ou medo de espelhos, está ligada ao temor diante do sobrenatural. As pessoas temem ver no reflexo do espelho fantasmas e outros seres. Superstições ligadas a esse objeto (como a crença de que quebrar um espelho dá sete anos de azar) também ajudam a aumentar a paranoia. Até mesmo a própria imagem da pessoa pode causar terror por se tratar de algo "não humano". A atriz Pamela Anderson é uma das pessoas que preferem sacrificar a vaidade a encarar um "espelho, espelho mau".

6. Hipopotomonstrosesquipedaliofobia

Medo de quê - Palavras grandes

Nível de pavor - Maricas

O próprio nome desta fobia - o palavrão gigante acima - já obriga quem sofre do distúrbio a confrontar seu medo: um temor irracional de palavras longas ou de uso pouco comum, como termos técnicos e médicos (por exemplo, linfangioleiomiomatose). Elas também evitam mencionar palavras estranhas ao vocabulário coloquial. Segundo os especialistas, essa paúra surge do medo de pronunciar a palavra de forma incorreta e, por isso, cair no ridículo.

5. Onfalofobia

Medo de quê - Umbigos

Nível de pavor - Maricas

Nunca encoste no umbigo de quem sofre de onfalofobia, pois o cara pode ter o maior ataque nervoso. Na verdade, essas pessoas também ficam nervosas só de ver um umbigo. Quando a coisa rola com mulheres grávidas, é ainda pior. É que elas têm o maior pavor de que seu umbigo cresça demais ou fique com o formato conhecido como couve-flor. Algumas mães chegam a tapar o umbigo dos bebês com curativos para não ver a "criatura".

4. Lachanofobia

Medo de quê - Vegetais

Nível de pavor - Maricão

Cenouras, amoras, abobrinhas. Vegetais "assassinos" como esses são os algozes de quem tem lachanofobia. A forma incomoda, a cor não agrada, a textura causa aversão e o cheiro, náuseas. Em geral, a pessoa tem medo de algum vegetal em particular. Um jovem americano, por exemplo, tinha pavor de pêssegos. Certo dia, ao entrar no chuveiro da casa da namorada e ver a imagem da fruta no rótulo de um xampu, deu o maior chilique e saiu correndo da casa...

3. Automatonofobia

Medo de quê - Autômatos e bonecos de cera

Nível de pavor - Maricas

Autômatos, como bonecos de ventríloquo, são artefatos que simulam ações humanas. Mas não para pessoas que têm automatonofobia. Para elas, inocentes bonequinhos de parque de diversões são verdadeiros monstros. A visão de algo que imita seres humanos causa tremedeiras, choro e paralisia. O "machão" Hugh Jackman, o Wolverine de X-Men, já admitiu morrer de medo do Chuckie, o brinquedo "assassino". Só não contem isso para o Prof. Xavier!

2. Filemafobia

Medo de quê - Beijar

Nível de pavor - Maricão

Não há Cupido que ajude. Para quem tem filemafobia, um simples beijo é sinônimo de pesadelo. A pessoa sente enjoos e fica com a boca seca e as mãos trêmulas. Em casos mais graves, chega a ter um ataque de pânico. Não rola nem beijo na bochecha a amigos e familiares. Para os estudiosos, esse transtorno está ligado a outro, a filofobia, o medo de se apaixonar. Ele também é fruto do temor de possíveis ações subsequentes ao beijo, como fazer sexo.

1. Caligenefobia

Medo de quê - Mulheres bonitas

Nível de pavor - Maricão
Também conhecido por venustrafobia, esse é o pavor sentido por alguns homens quando têm que interagir com - ui, que meda! - uma mulher bonita! Os caras sentem falta de ar, arritmia e muitos até vomitam. O bizarro terror de beldades é tamanho que alguns sujeitos até abandonam o emprego se tiver alguma gata no trabalho. Como forma de tratamento, o "coitado" é exposto a fotos e vídeos de mulheres bonitas, como Gisele Bündchen. Depois, ainda precisa encarar umas gatas em carne e osso. Ô problemão...

Devemos alimentar os pombos?

Só se você quiser espalhar doenças por aí. Se não, o melhor é ignorá-los.

Não. E dessa vez nossa resposta foi direta por um motivo simples: pombos são agentes transmissores de mais de 20 doenças. A mais grave delas, a criptococose, mata 30% em casos de diagnósticos tardios. Por isso, especialistas recomendam o uso de luvas e máscara na hora de limpar forros, telhas e calhas ou qualquer outro lugar com acúmulo de fezes de pombos - e os dejetos devem ser umedecidos antes de recolhidos, para evitar a inalação de fungos.

Ok, pombos são realmente "ratos com asas", expressão popularizada pelo ex-prefeito londrino Ken Livingstone. Então, como se livrar deles? Pior que não adianta sair matando - até porque toda e qualquer tentativa de agressão aos pombos pode configurar crime ambiental, de acordo com a Lei Federal n° 9605, de 1998. Como explica a veterinária Carla Molento, da UFPR, se forem exterminados 10 em cada 100 pombos de uma população, há uma acomodação - aqueles que iam morrer de fome, frio ou doenças sobrevivem, e a população permanece estável. Matar pombos em Copacabana só vai ajudar os de Ipanema.

Contra pombos, melhor que o ódio é a indiferença. "É preciso que a população seja esclarecida sobre os riscos de alimentar essas aves e, em consequência disso, reprima quem distribui alimentos para elas. Só cessando essa distribuição é possível controlar o número de pombos em uma região", explica Molento. Ou seja: sinta-se livre para reprimir quem espalha migalhas pela vizinhança.

Sim, é possível aprender dormindo

O aprendizado durante o sono sempre foi uma promessa vazia, sem comprovação científica. Mas um estudo realizado pela Northwestern University acaba de provar que, sim, é possível aprender dormindo. Voluntários foram expostos a 50 imagens, mostradas em sequência numa tela. Cada imagem tinha um som associado: a foto de um gato era acompanhada por um miado, uma dinamite por uma explosão, e por aí vai. Em seguida, os voluntários foram dormir.

Quando eles entraram na fase de ondas cerebrais lentas, em que o sono é mais profundo, os cientistas tocaram os sons (o miado, a explosão etc.). Metade dos voluntários ouviu esses sons enquanto dormia. A outra metade não.

Todos foram acordados e passaram por um teste de memória. Quem tinha sido exposto aos sons enquanto dormia se deu melhor - se lembrou de mais figuras e foi mais preciso quanto à posição de cada uma na tela. "Nossos resultados mostram que informações recebidas durante o sono podem influenciar a memorização", conclui o estudo, que confirmou uma descoberta similar feita por neurologistas alemães.

Isso não significa que seja possível aprender qualquer coisa durante o sono. Além disso, o aprendizado noturno exige que a pessoa tenha contato prévio, acordada, com o que deseja aprender. Ainda não chegou a hora de trocar os livros pelo travesseiro.